segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Liberdade de expressão segundo a visão de mundo do Sr. Aecio

"O documentário “Liberdade, Essa Palavra”, sobre a censura em MG, conta algumas histórias envolvendo seu nome. Uma delas é a do diretor local da Globo, Marco Antônio Nascimento.

Nascimento emplacou uma matéria no Jornal Nacional sobre o crack em Belo Horizonte. Andrea não gostou. Segundo Nascimento, ela lhe disse num almoço que a reportagem “veio num momento ruim para nós”. Andrea fez várias ligação para o diretor nacional de jornalismo, Carlos Henrique Schroeder. Para resumir: Nascimento foi demitido, num dos muitos episódios dessa natureza em MG."

Fonte: http://folhadiferenciada.blogspot.com.br/2014/10/e-fundamental-que-poderosa-irma-de.html?m=1#.VERwKcVR1QY.hootsuite

segunda-feira, 21 de julho de 2014

Seleção brasileira?

Confira o Tweet de @MeuTerreiro: https://twitter.com/MeuTerreiro/status/491272739446325248

Seleção brasileira?

Confira o Tweet de @MeuTerreiro: https://twitter.com/MeuTerreiro/status/491272835114229762

quinta-feira, 26 de junho de 2014

A subespécie "Canis lupus familiaris" e o "jogador" Racista Mordedor

O Mordedor Racista age de forma ultrajante para o esporte, renega as regras de uma competição, é EXEMPLARMENTE punido. Daí vem um monte de brasileirinhos da subespécie "Canis lupus familiaris", com a famosa sindrome de "Auaus rodrigueana" querer comparar lances de outros e diversos jogos, onde brasileiros- inclusive - cometeram faltas duras e foram punidos, acusar aos organizadores de politiqueiros - por conta da punição ao jogador racista que é patrocinado pela empresa alemã Adidas, uma "insuspeitável e impoluta empresa" e, inclusive, lançar ao ar a suposição de que o Brasil será francamente favorecido pela arbitragem, noves fora o favorecimento do qual foi objeto o combinado uruguaio, se for levado em conta que o referido e suposto esportista deveria ter sido expulso, em um momento em que o jogo estava empatado.
Por favor "Auaus", larguem nossa fantasia, enrolem o prolongamento dos seus mucubucos e "simbora"ser submissos e entreguistas assim, lá na "Submissolândia".

Vide - http://deportes.elpais.com/deportes/2014/06/26/mundial_futbol/1403790835_117053.html

segunda-feira, 23 de junho de 2014

http://washingtonpost.tumblr.com/post/89606251142/sketch-portraits-of-journalists-hard-at-work-at

quarta-feira, 19 de março de 2014

Sobre o Blábláblá de sempre?

Palavras! Palavras e mais palavras.

Do lado de lá e do lado de cá, somente ouvimos e lemos palavras.

Palavras vazias, ocas de conteúdo, inertes e sem sentido.

Do lado de cá choro, lamentações e ranger de dentes expressos em... palavras. Do lado de lá desfaçatez, mentiras, atitudes e gestos que não vão além das palavras. E palavras desprovidas de ações não transformam nada.

Há séculos, boa parte de todos nós negros assistimos - é, a palavra é assistir - passivamente ao extermínio do nosso povo. Poucos de nós fomos oferecer nossos corpos e mentes à luta contra a opressão a que todos sempre fomos submetidos. Em nossa suprema maioria deixamos nos levar mental e fisicamente pela pregação daqueles que nos oprimem e se servem da nossa força.

Sempre nos iludiram com o discurso da não violência, do reconhecimento da lei como bem superior na preservação dos direitos do cidadão, no reconhecimento do Estado de direito e no exercício do voto como forma de transformação social. Tudo isso não passou, passa e passará de conversa que obstrui nossa ação.
Nos iludem a 500 anos e levam nossos votos de felicidade.

A questão que se coloca à população negra todos os dias não é "quantos leões teremos de matar para sobreviver a mais esse dia?", e sim "de quantos leões - fardados ou não - escaparemos para sobreviver mais um dia?"
Sinto que - apesar e por força de toda luta empenhada e desempenhada pelo movimento negro ao longo da história da população negra nesse país - está posta à nossa frente uma questão definitiva sobre nosso futuro: o que nós negros queremos nesse e desse país onde permanecemos a ser tratados como minoria, ou maioria oculta? Ou deciframos a questão e agimos ou permaneceremos a ser devorados como os Amarildos e as Claudias; como nossos pais e avós; e como, provavelmente, serão devorados nossos filhos, netos e bisnetos.
Antes do fim: reconheço a força das palavras e seu poder de gerar consciência, transmitir conhecimento, possibilitar a organização. Mas, desde quando a construção de uma sociedade de um povo de iguais, livres e soberanos foi realizada a troco de blábláblá?

Carecemos de ações contundentes contra a opressão da qual somos - há séculos - o objeto de desejo.

Devemos - como dizia o poeta - arrancar alegrias ao futuro.


São, tão somente, minhas palavras.